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IFSC – Instituto Federal de SC – Prova do Livro

IFSC – Instituto Federal de SC – Prova do Livro

instituto federal de santa catarina prova do livro 21 dias nos confins do mundo


No dia 03 de Novembro estive no IFSC (Unidade de Jaraguá do Sul) para realizar palestras com alunos da 5º e 6º fases do Curso Integrado de Química.

Foram 02 apresentações onde os alunos que leram o livro “21 Dias Nos Confins do Mundo” puderam conhecer mais sobre o livro e o trabalho de pesquisa realizado pelo escritor.

O livro “21 Dias Nos Confins do Mundo” é fruto de uma intensa pesquisa sobre a história da Terra do Fogo – extremo sul da América – dos povos ancestrais que habitaram essa parte do continente, sua cultura e sabedoria milenar.

Com um arranjo entre realidade e ficção tendo como base os aspectos mitológicos da Terra do Fogo, os alunos puderam conhecer mais a respeito dos principais lugares, personagens e fatos históricos relevantes que foram importantes para a composição da história do Povo Fueguino, assim como para o desenvolvimento do extremo sul do nosso continente.

Abaixo as fotos tiradas com o escritor e as 02 turmas (apresentações):

Foto com o escritor Henry Jenné e a Turma da 6º fase do Curso Integrado de Química do instituto federal de santa catarina de jaraguá do sul

Foto acima: Turma da 6ª fase do Curso Integrado em Química

Foto com o escritor Henry Jenné e a Turma da 5º fase do Curso Integrado de Química do instituto federal de santa catarina de jaraguá do sul

Foto acima: Turma da 5ª fase do Curso Integrado em Química

Clique na imagem abaixo e ouça a entrevista realizada pela Rádio IFSC para o Programa IFSC na Comunidade e que foi ao ar no dia 23/11/2016. Se desejar ir direto à entrevista, ela inicia no minuto 14:30.

Entrevista realizada pela Radio IFSC de Jaragua do Sul

Clicando na figura abaixo você poderá conferir a matéria do Jornalista Daniel Augustin divulgada no Portal do IFSC

ENTREVISTA IFSC

MATÉRIA


Um pouco sobre a história do IFSC

O IFSC foi criado em Florianópolis por meio do decreto nº 7.566, de 23 de setembro de 1909, pelo presidente Nilo Peçanha, como Escola de Aprendizes Artífices de Santa Catarina. Seu objetivo era proporcionar formação profissional aos filhos de classes socioeconômicas menos favorecidas. A instituição oferecia, além do ensino primário, formação em desenho, oficinas de tipografia, encadernação e pautação, cursos de carpintaria da ribeira, escultura e mecânica (que compreendia ferraria e serralheria), para atender à necessidade da sociedade de Florianópolis, que se deslocava por meio de bondes puxados a burro e embarcações que transportavam carga do continente para abastecer a ilha.

Dez anos depois da instalação, a Escola de Aprendizes Artífices de Santa Catarina transferiu sua sede para um prédio na rua Presidente Coutinho, também no Centro de Florianópolis, onde permaneceu até 1962, transformando-se em Escola Industrial de Florianópolis. Com isso, começou a oferecer cursos industriais básicos com duração de quatro anos aos alunos que vinham do ensino primário e cursos de mestria aos candidatos à profissão de mestre. A partir de 1968, com a portaria ministerial nº 331, de 17 de junho, a instituição tornou-se Escola Técnica Federal de Santa Catarina (ETF-SC). Naquela época, começou o processo de extinção gradativa do curso Ginasial, por meio da supressão da matrícula de novos alunos na primeira série. O objetivo era especializar a escola em cursos técnicos de segundo grau, passando a funcionar somente com ensino de segundo grau.

Dez anos depois da instalação, a Escola de Aprendizes Artífices de Santa Catarina transferiu sua sede para um prédio na rua Presidente Coutinho, também no Centro de Florianópolis, onde permaneceu até 1962. A instituição mudou de nome e status, para Liceu Industrial de Florianópolis e, cinco anos mais tarde para Escola Industrial de Florianópolis. Com isso, começou a oferecer cursos industriais básicos com duração de quatro anos aos alunos que vinham do ensino primário e cursos de mestria aos candidatos à profissão de mestre.

Em 1962, a Escola Industrial de Florianópolis transferiu-se para uma nova sede, na avenida Mauro Ramos, no Centro de Florianópolis, no local onde hoje funciona o Câmpus Florianópolis e que até 2006 foi sede da instituição. O nome e o status da instituição mudaram novamente em 1965, passando para Escola Industrial Federal de Santa Catarina. A partir de 1968 a instituição tornou-se Escola Técnica Federal de Santa Catarina (ETF-SC). Naquela época, começou o processo de extinção gradativa do curso Ginasial, por meio da supressão da matrícula de novos alunos na primeira série. O objetivo era especializar a escola em cursos técnicos de segundo grau (atual ensino médio), passando a funcionar somente com ensino de segundo grau.

Nas décadas de 1970 e 1980, a então ETF-SC implantou diversos cursos, como os de Estradas, Saneamento, Eletrônica, Eletrotécnica, Telecomunicações e Refrigeração e Ar Condicionado, que fomentou o uso da tecnologia para o desenvolvimento econômico. Em 1988, a escola iniciou a oferta dos cursos de Telecomunicações e de Refrigeração e Ar Condicionado em São José, cidade da região metropolitana de Florianópolis, em um prédio cedido pela prefeitura. Três anos depois, a instituição inaugurou a Unidade São José, em instalações próprias. Foi a primeira unidade de ensino do atual IFSC fora da capital catarinense. Desde então a Instituição vem crescendo gradativamente, tornando-se uma das principais do Estado de Santa Catarina. 

Para saber mais sobre o Instituto Federal de Santa Catarina, acesse:

http://www.ifsc.edu.br/